BATE-PAPO: Marcelo Bruno

EJ: Marcelo, por favor: nome completo, idade, estado civil e o que faz da vida:

MB: Meu nome é Marcelo Bruno (o “Lord”) e tenho 24 belos anos, rsrs. Estou namorando. Nessa minha adorável vida, trabalho e estudo.  Atualmente estou trabalhando no Comitê Olímpico Brasileiro (COB, empresa responsável por organizar e participar de qualquer atividade olímpica que envolva o Brasil) e também estudo, estou cursando redes de computadores na Castelo Branco.

EJ: Se alguém te conhecesse hoje, qual a principal qualidade e o principal defeito que notariam em você?

MB: Hoje, vamos ver… Acho que notariam meu principal convivendo com a minha mania de querer mandar. Me considero um líder nato, mas confesso que muitas vezes exagero na dose! E minha principal qualidade (o que é muito difícil de escolher, pois tenho várias qualidades… rs) seria minha alegria em tudo que eu faço!

EJ: E desde quando você se percebe como “mandão”? Desde pequeno? Como que isso se deu?

MB: Ah, me lembro como se fosse hoje! Eu tinha uns 3 anos e já queria ser o capitão do time do Banguzinho, eu sabia que era capaz de comandar aquela máquina jr. de fazer gols, rs! Pior que é verdade! Sempre preferi ser um cara de “fazer acontecer”, gosto desse papel. Sempre participei de atividades que necessitavam de um “líder” e é aí que eu gostava de entrar. Já tomei algumas patadas por conta de “botar a cara”, mas não me arrependo de nada disso, serviu de aprendizado. Ah, lembrei aqui que, na verdade, me arrependo de não ter batido o pênalti na final daquele ano no Bangu… Acho que hoje poderia ser um grande jogador assim como o Kaká, Ronaldinho Gaúcho, Obina… kkkk!!

EJ: Hahahaha… certo. E como líder nato que é, se espelha em algum líder da história ou da Bíblia? Se sim, por quê?

MB: Olha, como líder tento me inspirar em Pedro. Estou sempre tentando acertar. Pedro foi assim… em alguns momentos na Bíblia ele aparece vacilando  e depois reconhecendo os seus erros, se consertando todos os dias, em cada experiência. Então ele é meu espelho e meu exemplo!

EJ: Quando você começou a fazer parte do Entre Jovens e, hoje, qual a sua atuação nesse ministério?

MB: Comecei desde o inicio, em 2007, mas ia muitas vezes por ir, sem muito compromisso. Mas minha carinha era fácil de ser encontrada nas noites de sábado. Hoje, com total compromisso nesse ministério, atuo no louvor e também em cada área um pouquinho, meio que na produção e organização de algumas das nossas programações, sabe. Como já disse, sou mandão, gosto de saber como as coisas estão, se estão indo direitinho, se tem alguém dando mole, rs. Basicamente isso!

EJ: E sobre o grupo de pagode Inimigos do Pecado? Você também canta nesse grupo, não é? Conta um pouco sobre essa experiência e sobre a formação desse grupo, como se deu e como ele está hoje em dia.

MB: Isso! Tinha esquecido do Inimigos do Pecado! Que isso, como pude!?! No ano passado, fomos a uma viagem evangelística com o Entre Jovens em Lima Duarte (MG). Durante os momentos de evangelismo, eu e mais alguns amigos ficávamos incomodados com o jeito comum de evangelizar e pensávamos em várias alternativas pra que isso fosse um pouco mais “atraente” aos olhos daqueles que não têm Jesus Cristo no coração. E numa dessas noites começamos a tocar tipo um pagodinho com instrumentos, totalmente improvisado. Usamos  um balde todo arrebentado, copo descartável com arroz etc. Quando voltamos daquela viagem decidimos arrumar essa idéia. Estreamos no primeiro Congresso do Entre Jovens, no ano passado. De lá pra cá muita coisa aconteceu. Ensaiamos bastante, faltamos infinitas vezes por total descompromisso, mas depois de muitas reuniões e conversas estamos hoje procurando ao máximo ter mais compromisso com Deus e também com o grupo que somos. Acho que depois de algumas apresentações, reuniões, encontros e ensaios temos hoje a total convicção de que somos uma potente arma nas mão do nosso Pai e acho que estamos indo pelo caminho certo.

EJ: Você é sempre muito solicitado para fazer momentos de comunhão, apresentação de visitantes, brincadeiras e para coordenar eventos mais sociais. Fora da visibilidade das pessoas, como é a sua relação com visitantes, novos convertidos, pessoas afastadas ou com aqueles que mostram interesse em se achegar ao grupo?

MB: Eu me preocupo com esses visitantes e com essas pessoas. Sempre que passo procuro estar falando, dando um oi, um aperto de mão, um sorriso ou alguma coisa que possa mostrar que ela é importante ali.

EJ: Como você acha que pessoas mais desinibidas e criativas, como você, são vistas no meio cristão? Em sua opinião, por que algumas delas não são levadas a sério? Seria preconceito de quem vê ou essas pessoas que dão mole?

MB: Sempre existe um preconceito, e esse preconceito talvez seja por conta do nosso jeito “espontâneo” de ser. Não é todo mundo que aceita, né? Falando um pouco de mim, talvez um preconceito exista, porque já dei meus moles por aí. Nada muito grave, mas são uns moles que eu poderia ter evitado. Com isso, perdemos credibilidade. E essa mesma credibilidade é o mais difícil de reconquistar, ainda mais quando se está sempre em foco.

EJ: Na sua opinião, em que a liderança e a alegria podem, juntas, colaborar para que o nome de Jesus chegue a lugares que ainda não chegou? O que ainda pode ser feito? Você tem planos e sonhos nesse sentido?

MB: Quanto mais visto você é, mais rápido sua mensagem chega. Isso é fato! Tenho muitos planos que, se forem postos em prática, colocando Deus a frente de tudo e fazendo a vontade dEle, vou fazer minha alegria e liderança se tornarem uma grande arma nas mão de Deus.

EJ: Como não poderíamos deixar de perguntar, qual é hoje a maior dificuldade do jovem cristão para permanecer firme?

MB: Pelo que vejo hoje, a maior dificuldade pra que nós cristãos fiquemos sempre firmes são os atrativos que o mundo oferece e a falta de atrativos que a igreja nos oferece. Sei que o compromisso com Deus e a busca constante da Palavra são o remédio pra isso tudo, mas até que se alcance esse ponto de comprometimento, muitos precisam de atrativos para permanecer no convívio da igreja e, assim, alcançar maturidade espiritual.

EJ: Mas o que você diria sobre igrejas e ministérios que “viciam” seus membros em atrativos? O que pode acontecer com um ministério e um rebanho “viciado” em atividades?

MB: Eu acho que tudo em quantidades exageradas se torna ruim e os atrativos não ficam fora dessa regrinha. Com o passar dos tempos a pessoa deve ter a sabedoria necessária pra equilibrar qualquer coisa e essa sabedoria e maturidade só serão alcançadas com a busca constante por Deus e comprometimento com a sua Palavra, o que logicamente não é nada fácil, mas merece todo o nosso esforço.

EJ: Deixe um recado aí para o pessoal do blog do Entre Jovens!

MB: Fala aê pessoal! Que possamos estar nos unindo cada vez mais pra ir com força máxima contra o inimigo. Aqueles que ainda não contam comigo, seja lá pro que for, passem a contar! Serão muito bem vindos! A nossa “panela” é aberta para que possamos colocar cada vez mais ingredientes! Espero por vocês! JUNTOS LEVAREMOS TUA CRUZ, E LEVANTAREMOS NOSSA VOZ, JUNTOS VIVEREMOS COMO JESUS E NÃO HAVERÁ LIMITES PRA NÓS! Coisa linda… Beijos carinhosos do MB Lord a todos vocês!

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~ por ministerioentrejovens em setembro 22, 2010.

4 Respostas to “BATE-PAPO: Marcelo Bruno”

  1. HEhe… que engraçado esse menino. Gostei desta entrevista… Bjs

  2. Gostei da ideia do BATE PAPO. E esse kara é féra , muito engraçado!!! rsrsrs

  3. Esse é o nosso Lord!! Bonde do zin…

  4. Valeu MB. Estou precisando de emprego, me ajuda ai na COB. rs

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